Gherkin para Playwright
Cenários de teste em português comum (para PO e QA) viram testes automatizados do Playwright (para dev).
O que é isto?
Um teste de aceitação descreve, em linguagem comum, como o sistema deve se comportar para quem usa. O formato mais usado se chama Gherkin: uma Funcionalidade, seus Cenários e os passos de cada um, com Dado (a situação), Quando (a ação) e Então (o resultado esperado). Esta ferramenta transforma esse texto num teste do Playwright, que abre um navegador de verdade e repete o roteiro sozinho a cada mudança no sistema.
Para quem descreve (PO, QA)
Escreva os cenários do jeito que você testaria à mão, usando as frases da cola para que o máximo vire código sem ajuda. O roteiro de homologação deixa de ser repetido à mão a cada entrega e vira documentação que roda.
Para quem automatiza (dev)
Receba um teste que compila: a estrutura sai sempre exata e as frases conhecidas já vêm implementadas. As desconhecidas viram passos pendentes, que falham com uma mensagem clara até você implementar o que fazem.
Unitário, integração ou aceitação: qual a diferença?
| Tipo | Quem escreve | O que confere |
|---|---|---|
| Compilação | Ninguém: é automática | Se o código é válido (tipos, nomes). Não diz se a conta está certa. |
| Unitário | Dev | Uma função isolada, sem navegador. Ex.: o dígito verificador de um CPF. |
| Integração | Dev | Várias peças reais juntas. Ex.: a API gravando no banco de dados. |
| Aceitação (ponta a ponta) | PO, QA ou dev | O sistema inteiro, do jeito que a pessoa usa. É o que esta ferramenta gera. |
Os tipos convivem: cada um pega um erro que os outros não enxergam. Muitos testes pequenos na base, poucos grandes no topo.
Código gerado
Ao usar as ferramentas, você concorda com os termos de uso.